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Saci Tric

A Saci Tric é formada por 1 voz e 2 guitarras da sua formação original e mais 1 baixo agregado posteriormente, respectivamente Ronei Jorge, Toni, Pajé e Nuno.

O som, se é necessário uma definição, tem como base o rock'n'roll e é resultado das influências mais diversas que vão de Pixies a Walter Franco.

Apesar disso, os moços tiraram dinheiro do bolso para gravar o seu primeiro CD, Saci Tric ao vivo no Theatro XVIII, registro de um repertório autoral amadurecido ao longo dos 6 anos de vida da banda. Normal. A idéia agora é concentrar energia para a gravação do segundo CD prevista para o primeiro semestre de 2001 e desta vez em estúdio.

Ainda que conscientes das dificuldades e limitações de um tendencioso mercado fonográfico, a banda prefere acreditar que é possível viver de música sem ter que fazer concessões à arte e ao seu processo criativo, preferindo dizer não a caminhos fáceis que possam comprometer ou colocar à prova a qualidade do seu trabalho.

É difícil homem compor letras legais do ponto de vista feminino. Na MPB, por exemplo, Chico Buarque é insuperável. No rock nacional, além de raríssimo, não me lembro de alguém com a sensibilidade mostrada por Ronei Jorge em duas canções da Penélope Charmosa: Naqueles Dias e Circo”

- Hagamenon Brito
Jornal CORREIO DA BAHIA, 25 de agosto de 1997.

“Gente de todas as idades dançou e cantou com a banda, que faz um rock bastante competente em termos de música e de letras.“

- Fátima Danemann
Jornal A TARDE, 26 de abril de 2000 sobre o show de lançamento do CD Saci Tric ao vivo no Theatro XVIII.

“Banda afiada e cheia de bons instrumentistas - com destaque para a guitarra-solo de Pajé -, a Saci Tric acendeu o público com um punhado de canções interessantes, como Canal 100 (uma ode aos pequenos times de futebol), e usou com abundância do seu maior diferencial; o carisma e a boa voz do vocalista Ronei Jorge. A banda ainda voltou ao palco para o bis da Penélope, e vem se credenciando a ser a próxima bola da vez do rock baiano.”

- Paulo Sales
Jornal CORREIO DA BAHIA, 25 de julho de 2000 sobre a apresentação no IX Garage Rock Festival.

“O som deles não permite muitos rótulos, além de rock’n’roll dançante com uma ligeira pitada de MPB e um tantinho de Jovem Guarda, mas com cérebro. Saci Tric é mais uma prova que o rock brasileiro em português é viável e inteligente.”

- Vinícius Gorgulho
Website Aqui!, coluna AMP!, 24 de outubro de 2000.

“... a mais esperada delas é a Festa em quadrinhos, um baile a fantasia que reúne principalmente universitários. Na mais recente, em outubro, 1,5 mil jovens dançaram ao som de Rebeca Matta e da banda Saci Tric...”

- Sara Duarte
Revista ISTO É, seção Comportamento, matéria “Salvador sem Axé”, 15 de novembro de 2000-nº 1624.

“No fim das contas, o que fica é a maneira rock’n’roll de tocar, com algumas pitadas de música brasileira. Principalmente dos anos 70: de Jards Macalé, das guitarras de Lanny Gordin, da Jovem Guarda de Roberto e Erasmo Carlos...”

- Revista SHOWBIZZ, seção Democracia, matéria “Amigos da Charmosa”, Edição 184 - Ano 15 nº 11 - novembro de 2000.


contatos com a produção:
Kátia Najara - (071) 9147-8691 / (0xx71) 329-9146
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